Como o hantavírus pode afetar o setor dos cruzeiros
Cautela, aprendizagem com o Covid-19 e acompanhamento de perto. Os agentes do turismo global de cruzeiros esperam para ver. Em causa pode estar a perda de receitas de muitos milhões de euros.
Cautela, aprendizagem com o Covid-19 e acompanhamento de perto. Os agentes do turismo global de cruzeiros esperam para ver. Em causa pode estar a perda de receitas de muitos milhões de euros.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde tentou tranquilizar a população de Tenerife, garantindo que o surto de hantavírus num navio não representa uma nova pandemia como a da COVID-19.
Tedros Adhanom garante que o desembarque dos passageiros seguirá um "plano cuidadoso e detalhado" e sublinha que não está em causa "outro Covid-19".
"Por enquanto, temos alguma tranquilidade para dizer que o risco em Portugal é muito baixo. Isto não é apenas a DGS que está a dizer, é também o Centro Europeu de Doenças Transmissíveis e a própria OMS", afirmou Rita Sá Machado.
A epidemiologista da Organização Mundial de Saúde Maria Van Kerkhove garantiu, esta quarta-feira, que o surto de hantavírus detetado no cruzeiro Hondius no Atlântico não representa uma nova pandemia semelhante à Covid-19, apesar de ser uma “doença infeciosa grave”.
O caso remonta a 2020, altura em que 18 utentes da instituição morreram como consequência direta da covid-19. O lar é acusado de não ter adotado medidas de contenção e de ter potenciado a propagação da doença.
No ano passado foram registadas quase 165 mil transações de imóveis para habitação, o valor mais elevado desde pelo menos 2019, o último ano pré-pandemia da covid-19.
A sua última atuação foi a 8 de março de 2020 em Newark, nos Estados Unidos, na sua digressão Courage que foi cancelada devido ao covid-19. Dois anos depois, em 2022, foi diagnosticada com a Síndrome de Pessoa Rígida e foi obrigada a cancelar todos os seus espetáculos.
Já foram administradas 1.088.936 vacinas contra a Covid-19, das quais 557.369 em estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e 530.625 em farmácias.
Especialistas alertam que "a incapacidade para abordar as desigualdades fundamentais e as condições sociais desde a covid-19 deixou o mundo extremamente vulnerável e mal preparado para a próxima pandemia".
Hoje sabe-se que a vacinação contra a COVID-19 permite reduzir os casos de doença grave, o número de internamentos hospitalares e o número de óbitos associados, sobretudo nas pessoas que apresentam fatores de risco para uma evolução grave da doença.
A frustração gera ressentimento que, por sua vez, gera um individualismo que acharíamos extinto após a grande prova de interdependência que foi a pandemia da Covid-19.
Newsletter de terça-feira
Novas variantes apresentam “tendência potencialmente crescente” e "imunidade pode ter diminuído parcialmente", aponta INSA. Internamentos estão controlados, mas podem subir no próximo mês. Ainda assim, não há registo de agravamento da doença nestas linhagens.
O acordo visa garantir o acesso equitativo a produtos de saúde em caso de pandemia. A questão esteve no centro de queixas entre os países mais pobres durante a pandemia da covid-19, quando viram os países ricos a armazenar doses de vacinas e outros testes.